quinta-feira, 28 de julho de 2011

Nascido para Matar

Quem me olha assim
não imagina que já fui criança
Que eu tive um pouco de esperança.

Quem me olha de lado
não sabe que tenho um coração
que até tinha a perfeita canção.

Pra onde foi aquela criança?
Meus dias de juventude correram pela janela?
Porque entrei na corrida dessa dança?
Quem foi que soprou essa vela
e deixou meu mundo escuro?

As mãos que tocavam violão
a voz que cantava uma canção...
As lembranças ficaram pálidadas
Como fotos antigas num álbum de fotografia
Emoções consoantes em alma fria.

Quem nasceu para matar
nunca viveu de fato
Quem nasceu para calar
está em baixo do sapato
ditando palavras de ódio
para um mundo que precisa de paz.
Para mim tanto faz...Eu nasci pra matar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário