Você nasceu como a brisa,
que corre pela campina verdejante.
que entrou em um instante
pela janela do meu coração.
De repente eu cantei uma canção
que falava de uma amor
uma amor que não queria favor
mas a simples pura afeição.
Em um instante eu me peguei preso em seus olhos
e já não vivia pra mim, mas para seus sonhos.
E tudo que eu faço hoje tem seu cheiro e seu abraço
Em um isntante eu me peguei tão longe
quem nem sol em sua gloria me abrange
de tanta saudade de seu enlaço.
domingo, 22 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Você tirou o mundo debaixo dos meus pés
Você tirou o mundo debaixo dos meus pés
quando me disse seus segredos.
Você tirou o mundo debaixo dos meus pés,
quando tocou na caixa dos meus medos.
Eu fiquei ali do seu lado
Sentado sobre meu coração.
Eu fiquei ali tão calado
Confessando uma oração.
Eu fiquei ali do seu lado
escutando sua doce canção
Sair dos seus lábios
E voando encontrando os meus.
Mas agora...
Você vem e tira de debaixo dos meus pés
O mundo de gelo que lapidei.
Você não ver que estou caindo?
E minha boca está tão fechada que não posso falar.
E meu coração está tão apertado que não posso respirar.
O que sinto agora é uma sensação tão estranha
Que nem consigo descrever.
Se você enxergar por dentro de minha entranha.
Há um redemoinho que está a me perverter.
EPITÁFIO:
As vezes a vida nos prega tamanha peça, que chegamos acreditar que não estamos vivendo nossa vida mas sim um filme de comédia romântica americana, em que no final das contas estamos mesmo é servindo de personagens reais. Mas não há nenhuma câmera,nem figurinos e nem um set de cinema, somente o que há são as lentes dos nossos olhos que gravam tudo em VHS dos nossos corações. A vida real é tão real que dói ao ponto de queremos, ao longo do roteiro, desejar ardentemente se desplugar.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Um objeto chamado coração
Os dias foram justosos meus olhos foram duros.
As noites foram escuras
e as almas não foram maduras
para segurar a mão que deixava cair
um objeto que vivia numa casa.
um objeto que morreu sem mentir
um objeto que era vivo e tinha uma asa
que apesar de quebrada voava.
Não.. não era um objeto,
era apenas meu coração
deixado por você em sua mão
mão que deixa cair.
Não.. uma casa sem teto
não abriga ninguem
meu bem, minha amiga
ai dentro de seus olhos
sei que vive uma alma
mas aqui dentro dos meus
vive meu amor por você.
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